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Antes da ABAS
Na década de 60, um grupo de voluntários liderados pelo empresário Orcalino Guimarães lançou a pedra fundamental de um grande projeto que mudaria definitivamente a vida de pessoas que viviam à margem da sociedade e dos direitos elementares do cidadão. O Sr. Orcalino percebeu a necessidade de oferecer amparo aos idosos em estado de abandono. Materializou o sonho em realidade, construindo onze pequenas casas para acolher senhores e senhoras carentes. Nesse contexto surge o primeiro abrigo de idosos de Rio Verde.
Com o crescimento demográfico da cidade, o numero de necessitados que buscavam um teto foi aumentando. Os voluntários perceberam que, além do abrigo, outras carências precisariam ser atendidas. No início dos anos 90, trabalhadores do Centro Espírita Maria Madalena, localizado no Jardim Goiás, começaram a desenvolver trabalhos de promoção social (Casa da Sopa), na Rua do Ancião Qd 03 Lt 01, atendendo a comunidade de baixa renda das vilas: Borges, André Luiz, Setor Pauzanes e bairros circunvizinhos em Rio Verde Goiás.
Em 2002, a Associação Beneficente André Luiz (ABAL), entidade responsável pela gerência das moradias e proprietária dos imóveis, transferiu os direitos legais de posse e administração para o centro Espírita Maria Madalena.
Surge a ABAS
No ano seguinte, em 9 de setembro de 2003, trabalhadores do Centro Espírita Maria Madalena, fundaram a Associação Beneficente Auta de Souza (ABAS). Trazendo novas perspectivas para os idosos que residiam nas onze casinhas existentes em situações inadequadas. O objetivo: reconstruir a vila e dinamizar os trabalhos de Promoção e assistência social, incluindo os bairros vizinhos.
Essa integração se fortaleceu graças à inauguração da sede da ABAS onde funcionava a (Casa da Sopa). Em agosto de 2004 o espaço possuía pouco mais de 300 m2, transformando no ano seguinte em Centro de Convivências.

